
A aliados Eduardo diz não temer a inelegibilidade, pois avalia que os Estados Unidos atuarão de forma a viabilizar sua candidatura ao Palácio do Planalto.
O deputado Eduardo Bolsonaro (PL) planeja se lançar à Presidência da República no próximo ano.
Fillho 02 do presidente Jair Bolsonaro declarou:
“Eu sou, na impossibilidade de Jair Bolsonaro, candidato a presidente da República; por isso que o sistema corre e se apressa para tentar me condenar em algum colegiado, que seja na Primeira Turma do STF, para tentar me deixar inelegível”, declarou Eduardo em entrevista ao Metrópoles.
Hoje a impresa já fala “Agenda apertada pode adiar para 2026 julgamento de denúncia contra Eduardo”.
Eduardo enfrenta um processo sobre obstrução de Justiça no STF. Se condenado, uma das penas pode ser a inelegibilidade.
Pela lei, um candidato a cargo político no Brasil precisa ter nacionalidade brasileira, pleno exercício dos direitos políticos, alistamento eleitoral, filiação partidária, domicílio eleitoral e idade mínima, além, é claro, de não estar inelegível.
Eduardo pode registrar a candidatura no TSE e fazer campanha online com a ajuda de aliados que estejam no Brasil.
O conceito de domicílio eleitoral, conforme os especialistas, é mais amplo que o conceito de domicílio civil. Não se resumindo apenas à moradia. Então, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), inclusive, pode até aprovar o registro de Eduardo.
Mas a Corte ainda pode restringir o conceito de domicílio eleitoral, alegando que não basta apenas a comprovação física de um local no Brasil, mas também a presença do pré-candidato no país, negando a possibilidade da candidatura.
A aliados Eduardo diz não temer a inelegibilidade, pois avalia que os Estados Unidos atuarão de forma a viabilizar sua candidatura ao Palácio do Planalto.
O deputado alerta que ministros do STF estariam atraindo para si novas sanções da Casa Branca caso o condenem por coação no curso do processo, Eduardo é injustamente acusado de supostamente tentar articular punições a magistrados na suposta tentativa de alterar o curso do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Eduardo Bolsonaro informa que as sanções foram definidas por Washington, não por ele próprio. E prevê reação do governo de Donald Trump caso o Supremo avance para condená-lo.
Fonte: https://www.metropoles.com/colunas/paulo-cappelli/eduardo-bolsonaro-acredita-que-eua-viabilizara-candidatura-ao-planalto
