Dos EUA, Eduardo participa de audiência na Câmara e critica Moraes

Eduardo Bolsonaro, que vive nos EUA desde fevereiro, disse que Moraes é “o maior violador de direitos humanos da história do Brasil”

Durante participação de forma remota em audiência na Câmara dos Deputados, da Subcomissão Especial de Apuração de Violações de Direitos no 8 de Janeiro, nesta quarta-feira (27/8), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) voltou a elevar o tom contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

Em discurso transmitido ao colegiado, ele afirmou que Moraes é responsável por violações sistemáticas de garantias fundamentais no país.

“Esse foi o tempo em que eu tive tranquilidade e oportunidade de focar minha vida em uma única pauta: trazer justiça contra o maior violador de direitos humanos da história do Brasil, eu me arrisco a dizer”, declarou o parlamentar, em referência ao ministro.

Eduardo defendeu a aprovação de um perdão aos perseguidos do 8 de janeiro

Na audiência desta quarta, Eduardo defendeu sua atuação nos EUA e afirmou que a anistia é o “primeiro passo para virar a página”.

“E que assim a gente chegue a uma boa condição, numa mesa de negociação com os EUA, para reduzir ou quem sabe até zerar as tarifas”, disse

Eduardo Bolsonaro afirmou que inventaram um crime contra ele e fez críticas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Eduardo também voltou a ameaçar autoridades que apoiam, de forma “logística ou até moral”, o ministro Alexandre de Moraes com sanções por parte dos Estados Unidos. Segundo ele, para isso ocorrer depende das autoridades americanas, mas que vê como “provável” se a Primeira Turma do STF seguir no caminho de apoiar Moraes.

“Se outras autoridades brasileiras decidirem seguir os passos dele, corroborarem essa conduta, eles vão estar incursos no mesmo tipo de penalidades. A Lei Magnitsky é uma lei que exige uma burocracia, no entanto todos aqueles que apoiam o violador, aquele já sancionado, eles automaticamente podem ter contra eles aplicadas as chamadas sanções secundárias, que basicamente são as mesmas sanções contra o Alexandre de Moraes”, disse o deputado.

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