Assessores de Lula veem a ação como alarmante, especialmente pelo risco de uma potencial invasão ao território brasileiro
O governo de Lula expressou preocupação com o envio de forças militares dos Estados Unidos à América Latina, conforme anunciado pelo presidente Donald Trump, com o objetivo de combater cartéis de drogas.
A operação, que inclui militares do Grupo Anfíbio de Prontidão Iwo Jima, a 22ª Unidade Expedicionária de Fuzileiros Navais, um submarino de ataque nuclear, aeronaves de reconhecimento P8 Poseidon, contratorpedeiros e um cruzador de mísseis guiados, é direcionada principalmente à Venezuela, com foco no presidente Nicolás Maduro, acusado pelos EUA de ligação com o narcotráfico.
A movimentação ocorre em águas internacionais, segundo a presidente mexicana Claudia Sheinbaum, não sendo considerada intervencionismo. No entanto, assessores de Lula veem a ação como alarmante, especialmente pelo risco de uma potencial invasão ao território brasileiro, embora a informação tenha origem na imprensa.
A medida é parte de uma estratégia mais ampla dos EUA para pressionar a América Latina na guerra às drogas, incluindo a designação de cartéis como organizações terroristas.